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O Brasil ainda é o país da renda fixa?

04 de fevereiro
Atualmente diversas reportagens tem questionado se o Brasil ainda é o país da renda fixa, ou ainda, até quando essa percepção tende a se manter?
 
Tudo isso se deve a decisões macroeconômicas, as quais essa análise não tem o objetivo de avaliar, mas sim de destacar seus acontecimentos.
 
Observando a conjuntura econômica, destaca-se a inflação controlada em 4,31% ao ano e a taxa básica da economia, SELIC de 4,50% ao ano, a poupança em 3,15% ao ano e o dólar se valorizando em 4,67%.
 
Todos esses fatores apenas fundamentam que os investimentos em renda fixa já não são atraentes como no passado, e que os produtos manufaturados no Brasil estão mais atraentes para exportação. Tudo isso fez com que os investidores saíssem da zona de conforto em busca de melhores retornos. 
 
Assim, a máxima dos gestores financeiros “quanto maior o risco, maior o retorno” foi visto no mercado como resultado, dando acesso a novos investidores na bolsa de valores, que teve um aumento de 38%. Porém, o que ainda deixa investidores cautelosos em aplicar seus recursos em empresas é o histórico de risco com a credibilidade dos ativos e mercados com uma maior maturidade de investimento, que possuem regras rígidas à responsabilização de ilícitos. 
 
Atualmente no Brasil, as lições do passado mostram que a transparência compliance e governança são essenciais para refletir a real situação das empresas e mitigar o risco dos investidores. Inclusive, destaca-se que empresas que não tiveram os desempenhos esperados permanecem como opção de investimento, visto o grau de transparência dos ativos. 
 
Já pela ótica da demanda de crédito, observa-se a lenta retomada da economia, elevada capacidade instalada e algumas incertezas. Especialistas destacam que o índice de desemprego se manterá alto, porque após a crise houveram investimentos em automação de mão de obra e tecnologias de ganho de escala. Essa nova fase da economia, com recursos de terceiros possibilitará alavancagem em investimento em Internet On Things, infraestrutura, tecnologia, imobilizado e aquisições para tornar as empresas mais competitivas, aumentando o valor agregado e participação no mercado. 
 
Sem dúvidas, empresas que tinham interesse em capital de terceiros mantiveram seus controles internos e, nesse momento, observam uma retomada mais intensa. Em 2019 houve uma forte demanda por serviços especializados em gestão de ativos e busca por tecnologias que auxiliam esses processos a fim de aumentar a acuracidade e credibilidade das empresas como IoT e RFID.
 
A Ferrari FERCIEN, há mais de uma década, investe em tecnologia de ponta para gerenciamento de ativos 360º, partindo do controle de bens por RFID, gerando avaliação desses ativos e previsibilidade de troca e investimentos, além da avaliação do negócio e a capacidade de retorno para os acionistas.
 
Eleita uma das empresas mais inovadoras do setor pela Revista Amanhã e na vanguarda do Polo de TI da Serra Gaúcha, Trino Polo. A Ferrari FERCIEN – Inovação e Gestão de Ativos, possuí projeto de escalas até então não encontrados nas principais redes de magazines do mundo.
 
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