Gestão Econômica e M&A

Recuperabilidade dos ativos Impairment Test

Recuperabilidade dos ativos
Impairment Test

O “IMPAIRMENT TEST” normatizado pelo CPC 01 tem por objetivo assegurar que os ativos não estejam registrados contabilmente por um valor superior àquele passível de ser recuperado(1) no tempo por uso nas operações ou por venda. Impairment é um termo inglês que significa, literalmente, deterioração. Na prática, impairment é a mensuração dos ativos que geram benefícios presentes e futuros para a empresa. É o instrumento utilizado para adequar o ativo à sua real capacidade de retorno econômico.

(1) O valor recuperável é o maior valor entre o preço líquido de venda do ativo e o seu valor em uso.

Caso um desses valores (uso ou venda) exceda o valor contábil do ativo, não haverá desvalorização nem necessidade de estimar o outro valor. Contudo, caso existam evidências claras de que os ativos estão registrados por valor não recuperável no futuro, a empresa deverá imediatamente reconhecer a desvalorização por meio da constituição de provisão para perdas.

O CPC-01 é aplicado a todos os ativos, ou conjunto de ativos relevantes, relacionados às atividades industriais, comerciais e de serviços. Não se aplica aos ativos resultantes de contratos de construção nas empresas construtoras, aos ativos fiscais diferidos e aos ativos relacionados com instrumentos financeiros. Conforme o parágrafo 09 deste CPC, o teste de impairment deve sofrer revisão, pelo menos uma vez por ano, ou quando fatores conjunturais - fato(s) relevante(s) - indicarem a necessidade de redução do valor recuperável dos ativos.

Assim, fica confirmado que nos ativos descontinuados ou disponíveis para a venda, a perda por impairment deve ser reconhecida pelo seu valor de mercado ou pelo valor de ativos similares, ou seja, pelo valor líquido de venda.



Finalidades:
• Adequar as demonstrações financeiras ao padrão internacional IFRS e legislação vigente;
• Gerar informações estratégicas.

Benefícios:
• Apresentar análise “Laudo” com pleno embasamento e fundamentação técnica;
• Evitar ressalvas e apontamentos em relatórios de auditoria independente.

 

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